Colocation

Colocation, hosting ou cloud

Corredor de um data center com racks de máquinas à esquerda e à direita

Decidir entre Colocation, Hosting e Nuvem ou até mesmo optar por uma estratégia híbrida com um pouco de cada solução é uma questão de adequação às necessidades do negócio. Conheça um pouco mais sobre cada tecnologia e seus principais benefícios.

Por que Colocation?

A decisão pelo melhor caminho para cuidar de dados estratégicos dependerá da estratégia do negócio. Empresas que já investiram uma boa soma na aquisição de equipamentos e precisam de espaço para expandir seus ambientes de data center, preferem contratar Colocation para preservá-los, com a vantagem de ampliar a segurança e minimizar os custos, além de poder manter o controle sobre os equipamentos.

Embora analistas tenham sentenciado há alguns anos a modalidade em razão do avanço de outros atrativos como a hospedagem em cloud computing, Colocation mantém-se como uma opção adequada a estratégias específicas. Além disso, proporciona alta disponibilidade, suporte contínuo, refrigeração e conectividade.

Colocation proporciona economia de custos com energia elétrica, hardware, climatização, promovendo a otimização do orçamento que passa a absorver mais projetos de melhoria e inovação do negócio.

Imagem de um corredor de um data center com racks à esquerda e à direita. A imagem é sobreposta por um contorno branco do globo terrestre

A modalidade se apresenta interessante no mundo hiperconectado, em plena transformação digital, que provoca elevado consumo de dados e conectividade, muita largura de banda, maior proteção de dados críticos com altos níveis de confiabilidade e escalabilidade, redundância e disponibilidade.

Com o Colocation, o negócio fica conectado com o mundo, de forma rápida e segura, sustentado por uma infraestrutura com tecnologias de ponta, proporcionando disponibilidade de aplicações online 24x7x365. Garante a permanência do negócio no ar, apoiado no fornecimento de energia elétrica redundante, conexão dedicada, segurança física e lógica, nobreaks e acesso monitorado – um arsenal tecnológico poderoso.

Ainda há valores intangíveis. Ao obter um ambiente monitorado e seguro como o Colocation, a equipe de TI pode se dedicar a atividades mais estratégicas e a projetos disruptivos, proporcionando mais competitividade à empresa, especialmente em meio a cenários de turbulência econômica.

Simplesmente Hosting

Hosting é hospedagem tradicional. Simples assim. Hospeda aplicações, soluções de tecnologia da informação ou ativos, além de gerenciar tarefas de manutenção para garantir o pleno e bom funcionamento do ambiente. Ele se apresenta em duas categorias: hospedagem dedicada e hospedagem compartilhada.

Na hospedagem dedicada, a empresa paga por recursos de servidores, quantidade definida de largura de banda dedicada, CPU, RAM e espaço no centro de dados. Além de deter total controle de todos os recursos dos servidores.

Já a hospedagem compartilhada é caracterizada pelo volume definido de armazenamento em um único servidor, sendo que os recursos desse servidor são compartilhados entre diferentes clientes. Sendo assim, caso ocorra alguma falha no servidor, todos podem sofrer consequências.

Infográfico comparando hospedagem dedicada à hospedagem compartilhada. À esquerda está hospedagem dedicada mostrando a conexão do seu site com um único servidor dedicado. À direita está hospedagem compartilhada mostrando o seu site dividindo espaço e recursos do servidor com outros sites.

Na avaliação entre cloud computing e hosting, um dos destaques está na escalabilidade que o cloud oferece com mais agilidade do que a hospedagem tradicional. Os servidores de cloud são capazes de escalar mais espaço com rapidez em momentos de picos como também enxugá-los em períodos de ociosidade no tráfego de um aplicativo ou site. Tudo isso automaticamente.

A disponibilidade do hosting, portanto, pode ser afetada em momentos de pico de tráfego. Vale ressaltar que em ambientes com alta previsibilidade de consumo e poucas variações no uso dos recursos computacionais, os custos normalmente são inferiores às opções de nuvem.

Por isso, a importância de adequar a estratégia aos objetivos de negócio, escolhendo a modalidade ideal. Caso o negócio necessite de agilidade na escalabilidade do servidor, por apresentar bruscas variações no tráfego, o hosting pode não representar uma boa alternativa. Por outro lado, uma empresa com consumo altamente previsível pode ter o hosting como uma opção interessante.

A revolução cloud computing

Nada do que foi será do jeito que já foi um dia depois do conceito cloud computing, coração da irreversível mobilidade. De acordo com estudo da consultoria global IDC, dois terços de empresas multinacionais usam serviços de nuvem e têm estimativa de movimentar, até 2020, mais de US$ 43 bilhões. Além disso, 80% das empresas na América Latina são usuárias de algum tipo de serviço de cloud.

Isso porque hospedagem em cloud computing traz inúmeras vantagens como permitir que a organização obtenha soluções sob medida, de acordo com suas necessidades, com total escalabilidade e, portanto, flexibilidade de custos. Uma receita infalível em cenários de incertezas econômicas.

Além disso, alivia os cofres corporativos, eliminando investimentos em infraestrutura física local de TI, necessidade de espaço físico, recursos de iluminação e refrigeração, e ainda serviços de gestão do ambiente.

E não para por aí. A elasticidade é mais um dos seus grandes benefícios. É possível aumentar a capacidade de armazenamento e processamento de dados, ou reduzir a estrutura de forma simples e muito rápida, sendo capaz de trabalhar de acordo com a demanda que o negócio necessita.

O cardápio de serviços do cloud computing, com grande variedade de formatos e escopos, permite que o negócio seja escalável, contratando de acordo com a necessidade do momento, aumentando ou reduzindo a estrutura. Isso possibilita que a empresa direcione o investimento de maneira assertiva, sem desperdícios e furos no orçamento. Por essas e muitas outras razões, o Gartner faz previsão animadora para a nuvem. Para o instituto de pesquisa global, infraestrutura como serviço (IaaS, na sigla em inglês), apoiado em cloud computing, vai ultrapassar no mundo a marca de US$ 22 bilhões em 2018, registrando aumento de 38% comparado ao ano anterior.

No ranking da Asia Cloud Computing Association (ACCA) de 2018, o Brasil ocupa a 15ª posição entre os países fornecedores de melhores condições para a oferta de computação em nuvem, totalizando 49.6 pontos. Em primeiro, está Singapura (76,6), seguida de Hong Kong (74,1), Reino Unido (73,5), Nova Zelândia (71,1), Alemanha (69,2), Estados Unidos (68,9), Japão (67,1),Taiwan (66,9), Austrália (66,3), Coreia do Sul (64,8), Emirados Árabes e Malásia empatados (61), África do Sul (55,1), Filipinas (53,6), Tailândia (50,6) e, então, o Brasil.

A composição dos índices conquistados por cada país foi baseada na avaliação dos seguintes itens: conectividade, qualidade de banda larga, políticas de sustentabilidade, riscos de data center, cibersegurança, privacidade, regulamentação, propriedade intelectual, modelos de negócio e liberdade de informação. As maiores pontuações do Brasil foram em Liberdade de Informação (6,6) e Proteção de propriedade Intelectual (6,0).

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